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Turismo e Cultura
Muita História e Arte Aguardam Por Si | Guerin

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Turismo Cultural e a História de Portugal


Portugal foi fundado há vários séculos, apesar da sua História, geograficamente falando, anteceder a sua pátria, que data de 1143.
O turismo cultural e histórico em Portugal tem muito para nos oferecer: palácios e jardins faustosos, igrejas (desde as mais elaboradas às mais simples), museus que encerram inúmeros artefatos históricos e tradições, ruínas romanas, construções de influências árabes e até artefatos, gravuras e monumentos pré-históricos.
Ao longo de todos estes anos, o país acumulou uma enorme riqueza em monumentos históricos por todas as regiões do país. Cada um desses monumentos reflete as influências culturais próprias do período da sua construção, também estas variando consoante a região em que o monumento se encontra.
Vale a pena ir à descoberta, deixar-se inspirar e envolver por toda a nossa História e tradições de Portugal.


Palácio da Pena


O Palácio da Pena é um dos monumentos mais emblemáticos de Portugal. Encontra-se no segundo ponto mais alto da Serra de Sintra, na zona oriental do Parque da Pena - cuja beleza também é de se apreciar no percurso até ao palácio.
Este é constituído por duas alas: o antigo convento manuelino da Ordem de São Jerónimo e a ala edificada no século XIX por D. Fernando II. Estas alas estão rodeadas por uma terceira estrutura arquitetónica, um castelo simulado com merlões e ameias, torres de vigia, um túnel de acesso e uma ponte levadiça.
Em 1838 o rei D. Fernando II adquiriu o antigo convento de monges Jerónimos de Nossa Senhora da Pena, que se encontrava devoluto desde 1834. D. Fernando começou por efetuar reparações no antigo convento, remodelando todo o piso superior, substituindo as catorze celas por salas de maiores dimensões e cobrindo-as com as abóbadas que hoje vemos. Mais tarde, o rei decidiu ampliar o Palácio, através de uma nova ala.
D. Fernando mandou plantar o Parque da Pena nas áreas envolventes do Palácio, ao jeito dos jardins românticos ingleses, com árvores e outras plantas provenientes dos quatro cantos do mundo, tirando partido do clima húmido da serra de Sintra.


Castelo de São Jorge


Num dos pontos mais altos da cidade de Lisboa e com uma vista inigualável sobre a mesma, ergue-se o Castelo de São Jorge. Situado na zona medieval, foi habitado por mouros até D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal, tomar o castelo em 1147. O Rei e a corte mudaram-se para o Castelo de São Jorge, transformando-o, mais tarde, no Paço Real.
Dentro das suas muralhas, podemos encontrar jardins e as onze torres do castelo - entre elas a conhecida  Torre do Tombo. O seu museu conta com uma coleção de objetos pertencentes às diferentes culturas que habitaram a zona do castelo ao longo dos tempos, que criaram a Lisboa multicultural dos dias de hoje - destacam-se os objetos de origem islâmica, provenientes da ocupação muçulmana. Também pode encontrar aqui duas casas do período islâmico no núcleo arqueológico, as duas maiores casas deste período na Península Ibérica.


Templo de Diana


O Templo Romano, em Évora, é um dos mais grandiosos e mais bem preservados templos romanos de toda a Península Ibérica, tendo sido considerado Património Mundial pela UNESCO em 1986.
Também conhecido erroneamente como Templo de Diana, é um dos mais importantes marcos históricos de Évora, senão o mais importante, sendo também um dos mais visíveis símbolos da ocupação romana na cidade. Ainda hoje este monumento é conhecido como Templo de Diana por muitos portugueses. A confusão surgiu devido a uma lenda criada no século XVII, que argumentava que a construção deste templo seria em honra da deusa romana da caça. Investigações arqueológicas no século XX revelaram que o Templo Romano de Évora foi construído para prestar homenagem ao Imperador Augusto.
De estilo coríntio, o templo romano foi construído no início do século I, d.C., e fica situado no centro histórico da cidade. Atualmente, podemos encontrar ainda o pódio (quase completo), a escadaria (em ruínas), seis colunas intactas (que suportam a arquitrave original) e, nas laterais, mais sete colunas.


Castelo dos Mouros


Erguido num dos cumes da serra de Sintra, o Castelo dos Mouros foi construído perto do século X, após a conquista muçulmana da Península Ibérica. Duas cinturas de muralhas encerram os caminhos de ronda, dos quais é possível admirar uma paisagem única que exibe, em primeiro plano, a vila, o Paço de Sintra, o Palácio da Pena e a serra, e, para além destes, a extensa planície a norte e o oceano Atlântico.
O Castelo também foi alvo de trabalhos arqueológicos em vários dos seus setores, ajudando assim a compreender a história do local ao longo dos séculos. Já foram identificados: um cemitério medieval cristão; silos e alicerces de habitações muçulmanas; objetos e artefatos da Idade do Bronze, da Idade do Ferro e do Neolítico e um vaso cerâmico completo do 5º milénio a.C.. Foram, ainda descobertas, várias bases de silos escavados na rocha e muros de uma habitação muçulmana com artefatos cerâmicos do século XI-XII. É sobre esta que assenta todo o pano de muralha nascente, demonstrando que este troço terá sido construído a partir da segunda metade do século XII, após a reconquista cristã.


Museu Nacional de Arte Antiga


O Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) foi criado em 1884, e ocupa desde então o Palácio Alvor, em Lisboa. O Museu Nacional de Arte Antiga alberga a mais relevante coleção pública portuguesa, com obras compreendidas entre a pintura, escultura, ourivesaria e artes decorativas, oriundas da Europa, de África e da Ásia.
No seu espólio, apresenta cerca de quarenta mil itens e compreende o maior número de obras classificadas pelo Estado como "tesouros nacionais”, englobando também obras de referência do património artístico mundial.
A coleção do Museu Nacional de Arte Antiga foi aumentando graças a generosas doações e importantes compras, apresentando assim aos seus visitantes o que de melhor se produziu ou acumulou em Portugal desde a Idade Média até à contemporaneidade.


Feira Medieval de Silves


Esta Feira Medieval realiza-se, por norma, ao longo de dez dias na primeira quinzena de Agosto, enchendo o centro histórico desta cidade algarvia de visitantes enquanto é recriada a história do período medieval da antiga capital do Reino do Algarve/ Al-Gharb.
As performances englobam desde o teatro, à dança e poesia, revelando a diversidade artística do vibrante quotidiano árabe medieval.
No Castelo de Silves, pode ainda assistir-se a torneios a cavalo, manjares medievais, dança e animação, uma moeda própria e um espaço infantil. A azáfama nas ruas do centro histórico é constante e a atmosfera cultivada nestes espaços remete os visitantes para o passado, sendo permitido visitar muitos dos seus monumentos durante a Feira Medieval.


Capela dos Ossos


A Capela dos Ossos é um dos monumentos mais conhecidos de Évora e fica situada na Praça 1º de maio. Faz parte da igualmente conhecida Igreja de São Francisco.
A Capela dos Ossos foi edificada no século XVII, por iniciativa de três frades franciscanos cujo objetivo era transmitir a mensagem da transitoriedade da vida humana. À entrada, pode-se ler o aviso: "Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”.
Esta capela de caveiras e ossos foi construída no local onde inicialmente era o dormitório e sala de reflexão dos frades. As paredes da Capela dos Ossos e os oito pilares que a constituem encontram-se revestidos com ossos e crânios humanos, cuidadosamente dispostos, ligados por cimento pardo. As abóbadas são de tijolo rebocado a branco e pintadas com motivos que simbolizam ou aludem à morte. As arcarias apresentam-se ornamentadas com filas de caveiras, cornijas e naves brancas. Calcula-se que ali se encontrem cerca de 5000 caveiras humanas, entre inúmeros ossos, provenientes das sepulturas da igreja do convento e de outras igrejas e cemitérios da cidade.