Fechar
Estação fechada na data assinalada.
Estação indisponível para novas reservas.
Fechar
Estação fechada na data assinalada.
Estação indisponível para novas reservas.

Blog Guerin®

Dicas de condução

Como circular corretamente numa rotunda em Portugal e quais são as regras que todos os condutores devem conhecer?

Partilhar
Poucos elementos da circulação rodoviária geram tantas dúvidas aos condutores como as rotundas. Para quem conduz em Portugal pela primeira vez, seja residente ou turista, escolher a via certa, saber quem tem prioridade ou perceber quando deve sinalizar uma saída pode ser especialmente desafiante.

Mas as regras não têm de ser complicadas. Neste guia, explicamos como circular numa rotunda em Portugal, desde a entrada até à saída, incluindo as regras aplicáveis às rotundas com várias vias, os erros mais comuns e os cuidados que podem tornar a condução mais segura.

O que é uma rotunda e para que serve?


Uma rotunda é uma interseção rodoviária em que os veículos circulam em torno de uma ilha central. Em Portugal, a circulação faz-se no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio.

A sua função é organizar os diferentes fluxos de trânsito, permitindo que os veículos mudem de direção ou escolham diferentes saídas sem a necessidade de atravessar diretamente a trajetória de outros veículos.

Quando comparadas com algumas interseções reguladas por semáforos, as rotundas podem apresentar vantagens como menores velocidades de circulação e de impacto em caso de colisão, além de uma maior fluidez quando o volume de tráfego é baixo ou moderado.

Para que essas vantagens se concretizem, contudo, é essencial que todos conheçam e respeitem as regras.


sinal vertical a indicar proximidade de uma rotunda


O que diz o Código da Estrada sobre as rotundas?

Em Portugal, existe uma regra fundamental: quem entra numa rotunda deve ceder passagem aos veículos que já circulam no seu interior, independentemente da via que ocupem.

O Código da Estrada estabelece também regras para a escolha da via. De forma simplificada, quem pretende sair na primeira saída deve ocupar a via da direita. Para utilizar outras saídas, deve ocupar a via mais conveniente ao seu destino e, depois de passar a saída imediatamente anterior àquela que pretende utilizar, aproximar-se progressivamente da via da direita, sempre com precaução.

A velocidade deve ser adequada às características da rotunda, às condições da estrada, ao trânsito e à visibilidade, devendo ser especialmente moderada na aproximação e circulação neste tipo de interseção.

Também existem manobras proibidas. Não é permitida a marcha atrás nas rotundas, por exemplo. A inversão do sentido de marcha está igualmente sujeita às regras e proibições previstas no Código da Estrada.

E há uma regra transversal a todas estas situações: a sinalização existente no local deve ser sempre respeitada.

Como entrar numa rotunda corretamente?


Entrar numa rotunda é, antes de mais, uma questão de antecipação.

1. Reduza a velocidade.
Aproxime-se da rotunda com uma velocidade que lhe permita observar o trânsito e tomar uma decisão sem pressa.

2. Observe a sinalização.
Antes de escolher a via, confirme a configuração da rotunda e as indicações existentes.

3. Ceda passagem.
Os veículos que já circulam na rotunda têm prioridade sobre quem pretende entrar.

4. Escolha a via adequada.
Tenha em conta a saída que pretende utilizar e a configuração da rotunda.

5. Entre apenas quando for seguro.
Não force a entrada nem obrigue outro condutor a travar ou alterar bruscamente a trajetória.

A regra de ouro é simples: abrande, observe, ceda passagem e só depois entre.

Como circular corretamente dentro da rotunda?

Numa rotunda com uma única via, a circulação é relativamente simples: mantenha uma trajetória segura, esteja atento às restantes viaturas e sinalize atempadamente a saída.

Nas rotundas com várias vias, é necessário prestar ainda mais atenção.

Se pretende sair na primeira saída, deve utilizar a via da direita.

Se pretende sair numa saída posterior, deve escolher a via mais conveniente ao seu destino. Depois de passar a saída imediatamente anterior àquela que pretende utilizar, deve aproximar-se progressivamente da via da direita.

Isto significa que não deve atravessar várias vias de uma só vez para chegar à saída. Antes de mudar de via, verifique os espelhos e os ângulos mortos e sinalize devidamente a manobra.

Se não conseguir passar para a via da direita em segurança, não force a saída. Continue a circular e procure uma nova oportunidade para sair.

E nas rotundas grandes, com várias vias?

As rotundas de maiores dimensões podem parecer mais complexas, mas o princípio mantém-se: antecipar é a melhor forma de evitar erros.

Antes de entrar, procure perceber qual é a saída que pretende utilizar. Se estiver a utilizar um GPS, esta informação torna-se ainda mais fácil de antecipar.

Durante a circulação, mantenha uma trajetória previsível e faça as mudanças de via de forma progressiva. Evite movimentos bruscos e nunca atravesse várias faixas de uma só vez.

Se perceber que se enganou na saída, não entre em pânico. Continue a circular e siga uma alternativa indicada pelo GPS.

Quem tem prioridade numa rotunda?

A resposta é clara: quem já está dentro da rotunda tem prioridade sobre quem pretende entrar.

Assim, antes de entrar, deve ceder passagem aos veículos que circulam na rotunda. Esta regra aplica-se mesmo quando esses veículos se encontram numa via diferente daquela que pretende ocupar.

Ter prioridade, contudo, não significa deixar de conduzir defensivamente. A atenção deve manter-se durante toda a circulação.

Quais são os principais tipos de rotundas?

Podemos encontrar em Portugal diferentes configurações, desde mini-rotundas, comuns em zonas urbanas, até grandes rotundas com duas ou mais vias e múltiplas saídas.

A dimensão e a configuração podem variar bastante. Por isso, mais importante do que memorizar um único percurso é saber interpretar a sinalização e adaptar a condução às características de cada rotunda.


Viatura ligeira embate ligeiramente na traseira de outra


Os erros mais comuns nas rotundas

Alguns comportamentos são particularmente frequentes:
  • Não ceder passagem a quem já está na rotunda;
  • Entrar com velocidade excessiva;
  • Escolher a via errada;
  • Não utilizar os indicadores de mudança de direção;
  • Mudar de via abruptamente;
  • Parar dentro da rotunda sem necessidade;
  • Cortar várias vias para chegar à saída;
  • Circular em sentido contrário;
  • Fazer marcha atrás.
Além de aumentarem o risco de acidente, algumas destas condutas constituem infrações ao Código da Estrada e podem resultar em coimas.

Por isso, perante uma dúvida, a melhor decisão é sempre a mais segura: reduzir a velocidade, manter a calma e evitar manobras bruscas.

E se acontecer um acidente ou incidente numa rotunda?

Mesmo quando todas as regras são cumpridas, uma rotunda pode ser palco de pequenos incidentes. Uma colisão ligeira, uma pancada numa berma ou numa ilha central, ou um dano numa roda são situações que podem acontecer num momento de distração ou perante uma manobra inesperada de outro condutor.

Para quem conduz um carro alugado, ter a proteção adequada pode fazer a diferença. A Guerin disponibiliza diferentes soluções de proteção para o aluguer de carros, que podem ser escolhidas de acordo com as necessidades de cada viagem.

A Assistência em Viagem TOP é especialmente relevante perante um imprevisto numa rotunda. O serviço elimina, nas situações abrangidas, os custos de reboque e assistência no local, incluindo situações como um acidente com responsabilidade do condutor, pneu furado ou falta de bateria.

Já as diferentes proteções de danos ajudam a limitar a responsabilidade do cliente pelos danos abrangidos, sempre de acordo com as respetivas condições. Na prática, ter uma proteção adequada pode representar uma diferença importante caso ocorra uma pequena colisão ou outro dano durante o aluguer.

E há outro tipo de incidente a considerar: os danos provocados pelo contacto com bermas ou ilhas centrais. Pneus e jantes podem sofrer danos num embate, mesmo quando não existe uma colisão com outro veículo. Nestes casos, a Proteção de Vidros e Rodas elimina a responsabilidade do cliente pelos danos abrangidos em pneus, jantes, vidros, espelhos, faróis e óticas, de acordo com as condições aplicáveis.

Vai conduzir um carro alugado em Portugal?


Para um turista que acabou de chegar a Portugal ou para quem está a conduzir numa cidade que não conhece, uma rotunda pode tornar-se particularmente desafiante quando não se sabe qual é a saída a utilizar.

Por isso, a Guerin recomenda uma regra simples: ative o GPS antes de entrar numa rotunda desconhecida. Ao anunciar antecipadamente a saída, o GPS permite preparar o percurso, reduzir a hesitação e diminuir o risco de escolher a via errada. 

Também pode ser útil conhecer antecipadamente alguns dos princípios envolvidos no aluguer de um carro em Portugal, sobretudo se for a primeira vez que utiliza este serviço.

E o próprio processo de aluguer pode ser mais simples. A Guerin foi pioneira em Portugal no desenvolvimento de um processo de aluguer 100% digital, pensado para tornar diferentes etapas da experiência de aluguer mais rápidas e cómodas. Saiba mais sobre o processo de aluguer 100% digital da Guerin.

A regra de ouro para circular numa rotunda

Circular corretamente numa rotunda resume-se a alguns princípios essenciais: reduzir a velocidade, respeitar a sinalização, ceder passagem a quem já está dentro, escolher a via adequada, sinalizar as manobras e mudar de via apenas quando for seguro.

E, se estiver perante uma rotunda que não conhece, não tente adivinhar. Ative o GPS, antecipe a saída e conduza com calma.

Se está a planear alugar um carro em Portugal com a Guerin, pode ainda escolher os produtos complementares que melhor se adequam à sua viagem e ao nível de proteção que procura.

Porque, numa rotunda, chegar alguns segundos mais tarde é sempre preferível a tomar uma decisão precipitada.


Partilhar
Ver todos posts do Blog